segunda-feira, 26 de abril de 2010

Os espaços vazios começam a ser preenchidos, talvez por um tempo já pré determinado, e trazem sua importância única, como cada coisa deveria ter...


Não dá pra esperar muito do amanhã né? E porque será que esperamos taaanto?
A vida nos prega peças das quais não podemos fugir, somos os protagonistas e não há mesmo como não encenar...
Buscamos constantemente nos encontrar, mais só nos encontramos quando realmente nos deixamos perder..., quando nos despimos dos medos, da raiva, da tristeza e das lembranças que não merecem ser recordadas e que nos atormentam consideravelmente. E é tão engraçado porque falo sempre do passado, mesmo querendo esquecer ou pelo menos dar menos importância pra o que representou, talvez esteja tão vivo porque de alguma forma ele está inevitavelmente ligado a mim, morto e ao mesmo tempo pulsando vida.
Me busco constantemente no outro, nas coisas, na vida e o meu passado se confunde com o presente e futuro, vira tudo uma coisa só do meu confuso eu.
Já não sei mais quem sou, o que fui ou pra onde vou e se quero mesmo ir.
Mas, se eu tiver de me perder assim que seja pelo menos pra um dia me encontrar.

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