quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O propósito? Qual é? ...


A vida e suas manias nada engraçadas de nos pregar peças de horror. 

Como dói nos decepcionar com pessoas que acreditávamos ser especiais, e diferentes... 
Por que que a gente se doa, entrega o melhor que tem pra colher tanta indiferença, maldade  e desamor em troca? A vida definitivamente sabe ser cruel. 
A mina de forças secou. Como a gente se refaz? Mesmo que com a própria autora dessas derrotas você aprenda a dar sempre uma volta por cima, as forças minguam. 
Olho pra trás, e vejo que o perdão existe. Para os outros, porque de mim é tão distante quanto a lua da terra. Cansada de tropeçar, cair, sacudir a poeira e seguir. Será que os tombos têm que ser sempre tão constantes? Os perdões são pra uns e nunca pra outros? 
Sem perdão, sem vontade, sem recomeço, sem ter, sem porque, só uma dor gigantesca no peito, uma música desentoada, uma alma desencontrada, uma escuridão no reflexo da luz, um nó que não se desfaz jamais, e um coração que já nem bate mais.

O socorro, existe? 










Nenhum comentário:

Postar um comentário